Carta ao Paiaiá

PAIAIÁ,
Ao escutar essa palavra, me deparo com um turbilhão de sensações (Felicidade, amor, amizade, bondade, serenidade, tranqüilidade, orgulho).
Tecnicamente é um povoado/distrito, mas em nossos corações é uma cidade.
Não temos um grande cartão postal, marcante, ou qualquer beleza natural esculpida pelas mãos de Deus – Rios, lagos, cachoeiras, montanhas, chapadas. O bem do PAIAIÁ é o imaterial; é o que podemos sentir – uma energia que nos dá uma paz, que nos torna um ser humano melhor; é o povo que nos faz perceber que para viver não precisamos mais do que o essencial: o feijão, o arroz e a carne nos satisfaz! a cervejinha é apenas o diferencial (risos)!
Ó Paiaiá, longe de ti fico saudoso, és ti o nosso ponto de encontro, és em ti que convergimos nossos pensamentos!
À Deus tenho que agradecer, pois, colocou em você um povo seleto, fazendo de ti maior do que a geografia possa lhe dimensionar.
Assim, é na simplicidade de um povo guerreiro, que acorda cedo para ver os primeiros raios do sol, conjugado à sua áurea, confesso a você o meu agradecimento por me fazer um ser melhor.

Wagner Reis Calmon de Siqueira
Advogado, Salvador, Ba.

One comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *